Quem acompanha a política brasileira já percebeu que, quando o alvo é alguém ligado à direita, o sistema não alivia.
Enquanto figuras da esquerda seguem blindadas, com processos engavetados e patrimônio intocado, qualquer movimento de um Bolsonaro vira espetáculo, manchete e motivo para nova rodada de pressão.
Agora, o foco é em cima de Eduardo Bolsonaro.
Não basta condenação no STF, não basta o processo ligado ao 8 de Janeiro, não basta a narrativa de sempre tentando colar nele a imagem de inimigo da democracia.
A ofensiva avança também para o lado financeiro, atingindo diretamente o patrimônio que ele construiu.
Por que só um lado paga caro?
Porque a reação do sistema é seletiva, e a esquerda sabe disso.
Quando é petista ou aliado, fala-se em diálogo, conciliação, reconstrução.
Quando é alguém da família Bolsonaro, a palavra é punição exemplar.
Qual é o alvo real aqui?
Por que o leilão chama atenção?
Isso é só cobrança bancária?
Não.
É mais um capítulo de um contexto em que decisões judiciais, bloqueios e condenações se acumulam sempre no mesmo lado do espectro político, enquanto escândalos milionários da esquerda somem do noticiário.
Até onde isso vai chegar?
A situação mostra que o cerco contra a direita conservadora não é teoria da conspiração, é realidade documentada: condenação no STF, bloqueio judicial e agora leilão de imóvel, tudo em cima do filho do ex-presidente que mais enfrentou o sistema.
No fim, o fato é simples e simbólico: o apartamento de Eduardo Bolsonaro em Botafogo, avaliado em cerca de 1 milhão de reais, foi tomado pela Caixa e colocado em leilão com desconto pesado, em meio a bloqueio determinado por Moraes e a uma condenação unânime no STF.
Para muitos brasileiros, fica a sensação de que, quando o alvo é a direita, não existe limite para o cerco.