De novo, uma tragédia profunda vira combustível para discurso pronto da esquerda.
Em vez de discutir segurança, família, responsabilidade individual e punição exemplar para criminosos, o atalho é sempre o mesmo: culpar a ferramenta, pedir bloqueio, ampliar controle do Estado sobre a internet.
Onde estavam essa pressa e essa indignação quando outras plataformas foram usadas para crimes, golpes, pornografia e violência?
Por que só agora o grito é por tirar um aplicativo inteiro do ar, usado por milhões de pessoas que nada têm a ver com o caso?
Quem ganha com mais controle estatal?
Por que culpar a plataforma inteira?
Porque é mais fácil atacar a ferramenta do que enfrentar o crime na raiz.
Luana Piovani agora se junta a Janja em coro pela retirada do Discord do Brasil, citando Lula, MPF, ministros e parlamentares de esquerda, como se a única solução fosse apertar o botão do banimento.
Falam em soberania, mas a proposta é justamente aumentar a dependência do brasileiro da caneta de Brasília.
Isso resolve o problema real?
Não.
Criminosos migram para outros apps e a violência continua.
Quantos casos existem documentados?
Mais uma vez, o discurso é de proteção, mas o efeito é abrir caminho para censura seletiva, onde governo e aliados decidem o que pode ou não existir na rede.
Enquanto isso, pouco se fala em responsabilizar quem comete o crime, fortalecer investigação digital e apoiar famílias.
Quem será o próximo alvo?
Qualquer plataforma que não se alinhe ao controle desejado pelo governo.
No fim, a dor de uma menina de 13 anos é usada como argumento para um velho projeto: ampliar o poder da esquerda sobre o que você vê, fala e compartilha na internet.