Quem acompanha a TV aberta já percebeu faz tempo: qualquer fala que não siga o manual da cartilha progressista vira alvo imediato da militância organizada.
Apresentador popular, com público conservador e que não se curva ao politicamente correto, vira inimigo número um.
E, como sempre, a esquerda corre para transformar palco de programa em palco de guerra ideológica.
Até quando humor, opinião e conversa descontraída vão ser tratados como crime?
A mesma turma que aplaude funk explícito, nudez em novela e militância em horário nobre, agora posa de guardiã da moral para cima de Ratinho e do SBT.
Quem está por trás dessa ofensiva?
O deputado suplente Agripino Magalhães, advogado e militante da causa, protocolou queixa-crime contra Ratinho por causa de um comentário ao vivo sobre o cantor sertanejo Tiago Piquilo.
O próprio SBT também foi acionado, abrindo brecha para responsabilizar a emissora inteira por uma fala em programa de auditório.
Por que só um lado é perseguido?
Porque a lógica é clara: quando é artista de esquerda atacando cristão, família ou conservador, é “liberdade de expressão”.
Quando é alguém como Ratinho, vira “discurso de ódio” e caso de Ministério Público.
O MP de São Paulo já confirmou que abriu diligência para investigar o episódio, somando essa nova apuração a outras investigações antigas contra o apresentador.
O que a esquerda quer com isso?
Quer calar, intimidar e transformar qualquer deslize em arma política.
A deputada Sâmia Bomfim, do PSOL, também entrou na jogada com representação própria, aumentando a pressão sobre Ratinho e o SBT.
Não é um caso isolado, é perseguição em série: já investigam o apresentador por falas anteriores sobre beijo entre homens em novelas.
Até onde vão criminalizar opinião?