Quem acompanha a política brasileira já percebeu que, quando o assunto envolve Lula e sua família, quase nunca é coisa pequena.
Sempre aparece um amigo íntimo, um ex-assessor poderoso, uma lobista bem conectada e, claro, a antessala do Palácio do Planalto como palco principal.
A narrativa da esquerda de que está tudo dentro da normalidade vai ficando cada vez mais difícil de engolir.
Por que sempre os mesmos nomes reaparecem?
Porque o caso gira em torno de gente que circula no coração do poder: ex-chefe de gabinete de Lula, amigo íntimo de Lulinha, lobista com trânsito livre na Esplanada e empresas interessadas em contratos com o governo federal.
Enquanto a esquerda fala em “perseguição” quando o alvo é petista, o que se vê é um padrão: gente ligada ao Planalto recebendo pagamentos pessoais de quem vive de abrir portas em Brasília.
E, como sempre, a conta cai no colo do contribuinte, que assiste tudo de longe, cansado da blindagem seletiva.
Quem é o elo mais incômodo?
A lobista Roberta Luchsinger, amiga íntima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pagou cerca de 249 mil reais em contas pessoais de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula.
Ela mesma se apresenta como quem aproximou Lulinha do “Careca do INSS”, empresário que bancou até viagem de Lulinha a Portugal, supostamente para tratar de plantação de canabidiol.
Por que isso preocupa tanto conservadores?
Porque envolve possível tráfico de influência, uso de acesso privilegiado ao governo e suspeitas que atingem diretamente o entorno do presidente.
Marcola tinha influência direta na agenda de Lula e, diante do escândalo, pediu para sair da coordenação da campanha à reeleição.
Ele e Lulinha agora são alvos de um mesmo inquérito da Polícia Federal, autorizado no STF pelo ministro André Mendonça, com aval do procurador-geral Paulo Gonet, que citou até suspeitas sobre assessor do gabinete presidencial.
Por que a reação da imprensa é tão diferente?
No fim, o que fica é a sensação de déjà-vu: a esquerda posa de vítima, mas os fatos apontam para o velho roteiro de influência, amigos milionários, viagens pagas e um Planalto que finge não saber de nada.
Até quando o brasileiro vai aceitar essa seletividade?