Todo mundo lembra do discurso de “governo técnico”, “respeito às instituições” e “fim da mamata” que a esquerda repetiu para atacar Bolsonaro e qualquer aliado conservador.
Bastava uma foto, uma mensagem de WhatsApp ou um boato para transformar tudo em escândalo nacional, CPI, manchete diária e linchamento público.
Agora, quando o assunto encosta na família Lula, o clima muda.
O tom baixa, as palavras ficam cuidadosas, a imprensa amiga pisa em ovos e o governo corre para dizer que “não há ato administrativo”.
Mas os fatos que vão aparecendo mostram um padrão que o brasileiro já conhece muito bem.
Quem está no centro disso tudo?
Quem está realmente no centro?
O personagem principal é Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, citado em três investigações ligadas à chamada farra do INSS e à Operação Sem Desconto da Polícia Federal.
E o que chama mais atenção?
Ela visitou órgãos federais 43 vezes entre janeiro de 2023 e abril de 2024, sendo 41 dessas visitas simplesmente apagadas das agendas oficiais, apesar da lei exigir transparência.
Por que esconder tantas reuniões assim?
Porque a maioria desses encontros envolvia ministérios estratégicos, como Desenvolvimento Social e Saúde, justamente onde, segundo a PF, se tentava emplacar negócios como kits de dengue, cannabis medicinal no SUS e suplemento infantil.
O governo diz que nada virou ato oficial, mas por que então tanta movimentação de bastidor?
O que mais preocupa nessa história?
Preocupa o conjunto: movimentação de 19,5 milhões de reais em contas de Lulinha em quatro anos, viagem para Portugal com passagens e hospedagem pagas pelo “Careca do INSS” para conhecer fábrica de cannabis, depósito de 249 mil reais em conta de um assessor ligado ao Planalto, e um rastro de visitas não registradas.
Por que a esquerda não cobra explicações?
Porque quando é com os seus, a narrativa vira “vazamento seletivo”, “perseguição” e pedido de providências ao Ministério da Justiça contra quem expõe os dados.
Quando era contra a direita, qualquer suspeita já era tratada como condenação antecipada.
Onde está a mesma indignação de antes?
Se fosse filho de Bolsonaro, o Brasil já estaria vendo manchetes diárias, STF em ação e pressão total.
Mas como é o filho de Lula, o sistema parece trabalhar para amortecer o impacto.
O brasileiro conservador olha para tudo isso e se pergunta até quando esse jogo de dois pesos e duas medidas vai continuar.