Enquanto o brasileiro comum acorda antes do sol para pegar ônibus lotado, enfrentar metrô cheio e tentar pagar as contas, o mundo das estrelas segue em outra frequência.
A mesma turma de artistas engajados, que vive dando lição de moral em quem pensa diferente politicamente, parece ter cada vez menos conexão com a rotina real do país.
Onde estão agora os discursos sobre empatia, respeito ao trabalhador e defesa do povo?
Quando é para subir em palco patrocinado por governo de esquerda, posar de defensora das minorias e atacar conservadores, muitos famosos aparecem rápido.
Mas na hora de mostrar o mínimo de respeito por quem acorda cedo todo dia, a máscara cai.
Por que isso revolta tanta gente?
Porque o brasileiro está cansado de ver artista milionário tratando esforço e disciplina como castigo, enquanto o cidadão comum não tem escolha.
A sensação é de deboche com quem não tem privilégio, não tem camarim e não tem agenda flexível.
Qual mensagem isso passa hoje?
É exatamente esse tipo de postura que alimenta a revolta contra a bolha cultural que vive defendendo a esquerda e atacando conservadores.
Quem defende o trabalhador hoje?
Quem acorda cedo, paga imposto e não aguenta mais ver artista blindado pela mídia progressista sendo tratado como vítima.
O povo olha e pensa: se até para ir a um programa de TV de manhã já é drama, o que essa gente realmente sabe sobre a vida de quem rala de verdade?
Até quando vamos aplaudir isso?