Todo mundo já percebeu que, quando o alvo é Jair Bolsonaro, vale tudo.
A cada nova decisão, a sensação é a mesma: a lei parece ter um peso para a direita e outro completamente diferente para a esquerda.
E o pior é ver isso avançar justamente onde deveria existir um mínimo de humanidade: dentro da própria família.
Enquanto corruptos históricos da esquerda são tratados como estadistas, circulam livres, dão entrevista, fazem campanha e posam de vítimas, o ex-presidente segue cercado por medidas cada vez mais duras.
Agora, nem em casa, doente, no regime domiciliar, ele tem direito a um gesto simples, simbólico e profundamente humano.
Por que negar visita em data familiar?
Onde está o tal estado democrático?
Na prática, o que se vê é um estado de exceção seletivo, em que Bolsonaro é calado, isolado e impedido até de receber os próprios filhos em uma data que deveria unir qualquer família.
A defesa de Bolsonaro pediu algo básico: que Carlos, Jair Renan e o senador Flávio Bolsonaro pudessem passar a tarde com o pai em Brasília, apenas para preservar o vínculo afetivo.
Nada de comício, nada de discurso, nada de internet.
Só família.
Mas Moraes decidiu não recuar um milímetro da medida cautelar que suspendeu visitas de caráter político por 30 dias e ainda mantém Flávio proibido de ver o pai por 90 dias, por causa da divulgação de uma carta em que Bolsonaro o apontava como porta-voz na disputa presidencial.
A defesa insiste que Bolsonaro nem sabia que o texto seria tornado público.
Mesmo assim, a punição recai sobre o pai e o filho.
Por que só a direita é calada?
O resultado é este cenário revoltante: um ex-presidente condenado, impedido de falar até por terceiros, e agora privado de um simples abraço dos filhos no Dia dos Pais.
Enquanto isso, quem sempre atacou a família, os valores cristãos e a própria democracia posa de defensor dos direitos humanos.
Até quando o Brasil vai aceitar que até o amor de pai e filho vire alvo de perseguição política?