Todo mundo já percebeu que, no Brasil de hoje, a lei parece ter lado.
Quando é amigo da esquerda, vale uma regra.
Quando é Bolsonaro ou qualquer conservador, aparece outra completamente diferente.
E o recado vem sempre do mesmo lugar: um STF cada vez mais político, cada vez mais distante do cidadão comum.
Enquanto corruptos históricos seguem livres, dando palestra e posando de estadistas, a família Bolsonaro vive sob lupa permanente.
Qualquer gesto vira motivo para nova canetada.
Agora, nem o Dia dos Pais escapou desse clima de perseguição e revanchismo.
Por que só a direita é punida?
Porque o sistema protege seus aliados e usa o rigor máximo apenas contra quem enfrenta a velha política e o projeto de poder da esquerda.
Onde está a tal humanidade agora?
A decisão mais recente de Alexandre de Moraes foi negar o pedido dos advogados de Jair Bolsonaro para que ele pudesse receber os filhos no Dia dos Pais.
A defesa lembrou o caráter absolutamente excepcional da data e pediu a visita de Flávio, Carlos e Jair Renan para preservar os vínculos familiares.
Mesmo assim, Moraes manteve tudo suspenso, alegando que, fora médicos, fisioterapeutas e advogados, nenhuma outra visita está autorizada até a semana que vem.
Isso é equilíbrio ou perseguição?
Flávio Bolsonaro já tinha sido punido com suspensão de visitas por três meses, depois de ler em live uma carta do pai pedindo votos.
A partir daí, Moraes endureceu ainda mais, proibindo manifestos político-eleitorais até por terceiros e ameaçando reverter a prisão domiciliar em regime fechado.
No fim, o que fica é a imagem de um pai impedido de ver os filhos em uma data simbólica, enquanto o sistema que sempre blindou a esquerda segue intacto.
Até quando o Brasil vai aceitar esse nível de seletividade e abuso travestido de justiça?