Todo mundo já entendeu o clima: quando é contra a direita, especialmente contra Bolsonaro, vale tudo.
Prisão, censura, bloqueio em rede social, inquérito eterno.
Agora, nem em data de família o sistema recua um centímetro.
Enquanto a esquerda posa de defensora dos “direitos humanos” para bandido, o brasileiro vê, dia após dia, um ex-presidente tratado como inimigo a ser destruído.
E quem ousa se aproximar dele, mesmo sendo filho, entra automaticamente na mira.
Por que só a direita é punida assim?
Em pleno Dia dos Pais, a defesa de Jair Bolsonaro pediu algo simples e óbvio: uma exceção humanitária para que Flávio, Carlos e Jair Renan pudessem visitar o pai por algumas horas, nas condições que o próprio STF determinasse.
Nada de comício, nada de política, apenas família.
Onde está o tal ‘humanitário’ agora?
O argumento humanitário foi ignorado por Alexandre de Moraes, que manteve a proibição geral de visitas por 30 dias e ainda reforçou a punição individual contra Flávio, suspenso por 90 dias de ver o pai.
O ministro usou como justificativa o episódio em que Flávio divulgou uma carta escrita por Bolsonaro, entendendo isso como forma indireta de uso de redes sociais.
A partir daí, veio a tesoura: corte total nas visitas, até mesmo em uma data simbólica para qualquer família.
Isso é justiça ou vingança política?
A sensação para milhões de conservadores é de que o STF abandonou qualquer aparência de equilíbrio e passou a agir com mão de ferro apenas contra um lado, alimentando a narrativa de perseguição e de uso do Judiciário como arma.
Diante desse novo veto, Flávio Bolsonaro não ficou em silêncio.
Nas redes, lembrou que tiraram a liberdade do pai, agora querem tirar o direito de um pai abraçar seus filhos, e encerrou com a frase que acendeu o alerta em Brasília: “Isso tem dia e hora para acabar”.
Até quando o Brasil vai aceitar que um ministro decida até quem pode ou não abraçar o próprio pai?