Mais uma vez o noticiário do Rio de Janeiro é marcado por morte, fogo, desespero e sensação de abandono total.
O estado que a esquerda transformou em laboratório de caos, corrupção e insegurança volta a estampar manchetes de tragédia, enquanto políticos fazem discurso bonito e somem na hora de assumir responsabilidade.
Quantas tragédias serão necessárias ainda?
A população olha para o histórico de desgoverno, violência e falta de estrutura e sabe que nada disso é por acaso.
É resultado de anos de prioridades invertidas, onde vale mais agradar militância ideológica do que garantir segurança, fiscalização séria e infraestrutura funcionando.
Por que o Rio vive tantas tragédias?
Porque o estado acumula décadas de má gestão, sucateamento de serviços, corrupção e descaso com prevenção e segurança, inclusive em áreas de difícil acesso.
Enquanto isso, famílias recebem a pior notícia possível: quatro pessoas morreram após a queda de um helicóptero na região da Vista Chinesa, no Rio de Janeiro.
As vítimas foram encontradas carbonizadas, em uma área de mata de difícil acesso, exigindo operação complexa de resgate, com equipes especializadas e combate a incêndio florestal.
Quem vai responder por tanta insegurança?
Até quando o Brasil vai aceitar isso?
A pergunta que fica é simples e incômoda: quem chora essas mortes além das famílias?