Todo mundo lembra como a esquerda vive apontando o dedo para a direita, chamando qualquer conservador de machista, opressor e inimigo das mulheres.
Virou discurso pronto: se é bolsonarista, é culpado; se é petista, é “desconstruído” e cheio de boas intenções.
Mas, na prática, quem realmente respeita as mulheres?
Enquanto isso, a grande imprensa finge neutralidade, mas sempre encontra um jeito de suavizar quando o problema vem do lado “certo” da política.
Quando é alguém ligado ao PT, o tom muda, vira “sutileza”, “detalhe”, “falha de comunicação”.
Dois pesos, duas medidas, e o eleitor já percebeu esse jogo.
Por que só a direita apanha sempre?
A crítica pesada costuma cair em cima de conservadores, enquanto deslizes da esquerda são tratados como pequenos erros ou até como piadas.
O resultado é uma blindagem constante para quem segue a cartilha progressista.
Onde está o feminismo da esquerda?
Quando Lula esquece de colocar uma mulher para falar em um evento do próprio partido e precisa chamar Janja às pressas, de improviso, para remendar a gafe, fica claro que o “respeito” é mais de palco do que de prática.
Por que Lula ainda é poupado?
A cobrança dura que fazem contra a direita simplesmente desaparece quando o protagonista é o líder petista.
Quem lucra com essa hipocrisia?
A esquerda mantém seu discurso bonito para as câmeras, enquanto usa mulheres como figurantes em eventos e campanhas.
O eleitorado feminino vira massa de manobra, não prioridade real.
No fim, o próprio texto que tenta apontar machismo em candidatos acaba revelando o que muitos já sentiam: quando o erro é de Lula, tudo vira “lapso”; quando é alguém ligado a Bolsonaro, vira escândalo eterno.
E aí fica a pergunta que não quer calar: até quando vão fingir que o problema está só de um lado?