Há anos a esquerda posa de vítima, fala em “democracia”, “combate à desinformação” e acusa a direita de espalhar fake news.
Enquanto isso, o que muita gente sempre desconfiou ia crescendo nos bastidores: uma máquina profissional de militância digital, bancada com dinheiro público e voltada a destruir adversários conservadores.
Agora, quando o alvo é Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência contra Lula, o jogo começa a ficar mais claro.
O PL acionou a Justiça para saber se o PT usou fundo partidário para organizar ataques coordenados e campanhas de desinformação contra o senador.
E o que o TSE fez?
Por que o PT teme tanta transparência?
Mendonça determinou que a federação Brasil da Esperança entregue gravações, contratos, recibos, comprovantes, bases de dados e todo o material ligado a esses eventos.
O que pode aparecer nesses documentos?
Podem surgir provas de uso de fundo partidário para estruturar rede de ataques, produção de desinformação e até formas disfarçadas de remuneração de militância digital, algo que a legislação eleitoral proíbe.
O próprio ministro deixou claro: não pode haver vantagem econômica, direta ou indireta, em troca de publicações político-eleitorais.
Por que só a direita é chamada de “milícia digital”?
Se ficar demonstrado que o PT montou uma espécie de “gamificação” para premiar militantes que atacam adversários, cai por terra o discurso de que apenas a direita usa redes para influenciar o debate.
A pergunta que o brasileiro conservador faz é simples: quando é a esquerda, vira “participação popular”; quando é a direita, vira “crime de ódio”.
Enquanto a assessoria de Lula se cala, o cerco jurídico aperta.
O ministro diz que ainda não há juízo sobre a licitude, mas a ordem de preservar e entregar tudo mostra que, desta vez, o PT não vai conseguir esconder sua engrenagem digital atrás de narrativas bonitas.
E se os documentos confirmarem o que muitos já suspeitam, a narrativa “Lula vítima” pode desabar de vez.