Todo mundo já percebeu a cena que se repete: quando é para apertar a direita, o sistema corre; quando é para aliviar bandido, a porta gira fácil.
No Dia dos Pais, essa contradição ficou ainda mais escancarada.
Enquanto milhares de detentos do Distrito Federal recebem mais um “presente” com o famoso saidão, a família de um ex-presidente eleito pelo voto é tratada como ameaça, até dentro da própria casa.
É esse o Brasil da tal “democracia protegida” pelo STF.
Por que presos ganham regalias hoje?
E por que a família é tratada assim?
Porque Alexandre de Moraes decidiu manter as restrições máximas sobre Jair Bolsonaro, impedindo até a visita dos próprios filhos em uma data simbólica, sob o argumento de que qualquer contato poderia ter natureza política.
Onde está o tal “humanitário”?
A defesa de Bolsonaro pediu algo simples: que Carlos, Flávio e Jair Renan pudessem visitar o pai no domingo de Dia dos Pais, em caráter familiar, sem ato político, sem manifestação, apenas convivência.
Mesmo assim, o pedido foi negado.
Quem realmente oferece risco hoje?
Segundo Moraes, uma carta atribuída a Bolsonaro, divulgada por Flávio, justificou endurecer as medidas.
Já os 1,5 mil presos, muitos com histórico criminal, ganham mais uma chance de circular livremente, confiando que todos voltarão direitinho.
Até quando essa seletividade?
Do outro, saidão atrás de saidão, como se a prioridade do Estado fosse sempre aliviar para quem já desrespeitou a lei.
O recado é claro: para a esquerda e seus aliados, compreensão, benefícios e discursos emocionados.
Para a direita conservadora, especialmente quem ousou enfrentar o sistema, isolamento, humilhação e exemplo público.
No Dia dos Pais, o Brasil viu quem o STF escolheu tratar como “perigoso” e quem ganhou o verdadeiro afago do Estado.