De novo o mesmo discurso, o mesmo bordão de sempre e a mesma velha fórmula da esquerda: prometer mundo e fundos para “os pobres” enquanto aperta cada vez mais quem produz, investe e gera emprego.
O PT registrou a candidatura de Lula à reeleição no TSE e, junto, entregou um programa de governo que escancara a obsessão em transformar “rico” em inimigo oficial do Estado.
Quem realmente paga essa conta toda?
O PT vende como grande conquista a frase de efeito “colocar o pobre no Orçamento e o rico no Imposto de Renda”.
Mas, na prática, o que isso significa?
Mais impostos sobre renda e patrimônio, mais cerco a quem está “no topo da pirâmide social”, como eles mesmos admitem.
Offshores, fundos exclusivos, lucros e dividendos acima de 50 mil no mês: tudo virou alvo preferencial.
Essa isenção de Imposto de Renda até 5 mil reais é realmente sustentável?
Ou seja, o alívio de um lado vem com a pancada do outro.
Por que a esquerda sempre escolhe o mesmo inimigo?
Porque é mais fácil culpar “os ricos” do que cortar privilégios do próprio Estado, rever gastos, enfrentar corporações amigas e sindicatos aliados.
O discurso é bonito, mas a conta recai sobre investimento, empreendedorismo e geração de riqueza.
Enquanto isso, o programa do PT fala em economia “mais sustentável, produtiva e digital”, mas começa aumentando o peso do governo sobre quem produz.
A pergunta que fica para o eleitor conservador é simples: até quando o Brasil vai aceitar ser laboratório de mais um experimento tributário da esquerda, em nome de uma justiça social que nunca chega?