Todo mundo lembra como a velha imprensa tratou Bolsonaro em 2018 e 2022: demonização diária, pesquisas “científicas” errando feio e sempre aquele empurrãozinho para o lado de Lula e da esquerda.
Agora, às vésperas de mais uma disputa decisiva, o roteiro começa a se repetir, só que ainda mais escancarado.
Ninguém esperava menos da TV Globo, que passou anos atacando conservadores e blindando escândalos da esquerda, mas a escolha do momento diz tudo.
Justo agora, com o caso Marcola respingando em Lula e com a direita se reorganizando em torno de Flávio Bolsonaro, a emissora decide encomendar sua primeira pesquisa presidencial de 2026 à Quaest.
Por que Globo entrou agora?
Porque o cenário começou a fugir do controle.
A última Genial Quaest já mostrava Lula caindo e Flávio Bolsonaro encostando.
Quando a narrativa da “vitória fácil” da esquerda começa a desmoronar, o sistema reage.
Quem ganha com essa pesquisa?
Lula e o campo da esquerda, que precisam desesperadamente de números para tentar reconstruir a imagem do presidente, medir o estrago do caso Marcola e testar até onde a rejeição pode ser maquiada.
Por que tantos nomes na cartela?
Para diluir o voto conservador, testar alternativas e medir rejeição em cima de quem ameaça o projeto de poder da esquerda, como Flávio Bolsonaro, Zema e Caiado, enquanto Lula é tratado como figura inevitável.
Quem controla a narrativa agora?
Globo e institutos de pesquisa, que vão dizer ao Brasil quem “está na frente”, quem “não tem chance” e qual segundo turno o sistema considera aceitável, sempre com Lula no centro de tudo.
O que essa pesquisa realmente testa?
Não é só intenção de voto.
É a capacidade de Lula sobreviver ao desgaste, a força de Flávio Bolsonaro mesmo sob bombardeio e até onde a opinião pública ainda engole o roteiro montado pela velha mídia.
No fim, a pergunta que fica é simples: até quando o brasileiro vai aceitar que Globo e institutos definam o clima da eleição antes mesmo do povo decidir nas urnas?