Quem acompanha a política brasileira já percebeu que, quando o assunto envolve a família Lula, o clima em Brasília muda na hora.
Conversas em reservado, recados atravessados, vazamentos “oportunos” e uma pressa enorme para enquadrar qualquer um que possa atrapalhar o projeto de poder da esquerda.
Dessa vez, o alvo não é um político de direita, não é bolsonarista, não é “extremista”.
É um ministro do próprio STF, André Mendonça, que ousou relatar inquéritos que atingem diretamente Fábio Luís, o Lulinha, investigado por tráfico de influência e venda de prestígio dentro do governo.
Por que tanto medo de Mendonça?
Porque ele não é do time que a esquerda controla com tanta facilidade.
E isso, às vésperas da eleição, vira problema para quem sempre falou em “instituições funcionando” enquanto blindava aliados.
Quem está com medo agora?
Setores do STF e do governo, incomodados com a PF quando ela chega perto demais de Lulinha e de temas explosivos como o escândalo bilionário no INSS e o caso Master.
Quem manda na Polícia Federal hoje?
A própria reportagem mostra juízes do STF reclamando a Lula da “apatia” do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, por não controlar a PF do jeito que eles gostariam.
Ou seja, cobram mais interferência política justamente em quem vive acusando a direita de “aparelhamento”.
Quem está sendo protegido de verdade?
A família Lula e figuras do alto Judiciário.
Enquanto isso, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, é criticado por ter enviado relatório com achados envolvendo o ministro Dias Toffoli e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, caso que inclui aportes milionários em resort ligado à família de Toffoli, sem explicações convincentes até hoje.
Por que querem tirar Mendonça do caso?
Para evitar decisões independentes.
Foram pelo menos três tentativas de tirar de André Mendonça os inquéritos que envolvem Lulinha.
Na terceira, uma investigação foi parar justamente nas mãos de Flávio Dino, ex-chefe da PF e aliado de Lula.
Até quando essa seletividade?
E quando um ministro do próprio STF não se dobra totalmente ao jogo, vira alvo de vazamentos, teorias conspiratórias e pressão direta sobre o presidente.
No fim, a pergunta que fica é simples: quem tem tanto medo assim da verdade sobre Lulinha, Toffoli e os negócios que ninguém quer explicar?