Todo mundo já entendeu o clima: quando é com a esquerda, vale abraço, visita, selfie em hospital, foto em cela, homenagem em cadeia.
Quando é com Bolsonaro, até o gesto mais básico de humanidade vira “risco” para o sistema.
E agora conseguiram ir ainda mais longe.
No Dia dos Pais, justamente na data em que qualquer preso teria direito a um mínimo de dignidade, a família Bolsonaro é tratada como inimiga a ser esmagada.
O recado é claro: não basta tirar a liberdade política, é preciso ferir também no lado emocional, na relação de pai e filhos que a esquerda sempre ridicularizou.
Por que só Bolsonaro sofre isso?
Porque as medidas cautelares impostas pelo STF vêm sendo usadas de forma cada vez mais dura contra ele, enquanto figuras da esquerda, com histórico pesado, recebem tratamento bem mais suave.
Onde está a tal “humanidade” progressista?
Mesmo assim, Alexandre de Moraes decidiu suspender todas as visitas por 30 dias, liberando apenas médicos e advogados.
Isso é mesmo proporcional e justo?
Ou seja, uma carta vira motivo para isolar ainda mais o ex-presidente, como se fosse um criminoso perigoso.
Até quando essa seletividade vai continuar?
Enquanto a esquerda posa de vítima e fala em “democracia em risco”, a perseguição política contra Bolsonaro e sua família vai sendo normalizada.
A cada decisão, cresce a sensação de que existe um lado blindado e outro condenado de antemão.
Foi nesse contexto que Flávio Bolsonaro, visivelmente indignado, desabafou nas redes sociais sobre a proibição da visita no Dia dos Pais e deixou uma frase que ecoou forte entre conservadores: isso tem dia e hora para acabar.
Não anunciou medida concreta, não falou em ruptura, mas deixou claro que esse ciclo de abuso e humilhação não será esquecido.
E muita gente, cansada desse teatro, está pronta para cobrar essa virada.