Há anos a esquerda brasileira tenta empurrar goela abaixo a história de que Lula seria um “perseguido político”, um injustiçado que só queria “defender a democracia” na América Latina.
Enquanto isso, o Brasil assiste ao mesmo roteiro: aproximação com ditaduras amigas, ataques à direita, blindagem de aliados e silêncio conveniente diante de regimes autoritários.
Agora, o jogo começou a virar fora do Brasil.
Não é mais só a direita brasileira apontando o óbvio.
Um deputado dos Estados Unidos leva ao Congresso americano a denúncia contra Lula, chamando-o de corrupto e criminoso e acusando diretamente o petista de fortalecer ditaduras comunistas no hemisfério.
E quem entra na história?
Quem está realmente isolando o Brasil hoje?
Lula, ao rebaixar relações com a Argentina por birra ideológica, mostra que prefere punir um governo liberal do que enfrentar as acusações que vêm de fora.
Em vez de responder aos fatos, parte para o ataque diplomático.
Por que a esquerda teme Milei tanto?
Porque Milei não compra a narrativa de “Lula inocente” e expõe, sem filtro, o histórico de corrupção e o alinhamento com ditaduras de esquerda.
Quando Buenos Aires e Washington apontam na mesma direção, o discurso de perseguição política simplesmente perde força.
Quem está defendendo ditaduras comunistas hoje?
Não é a direita brasileira dizendo, é um representante dos EUA, ecoado pelo presidente argentino.
O que mais precisa acontecer para o Brasil acordar?
Quando um presidente estrangeiro e um deputado americano falam o que muitos brasileiros já sabem, fica cada vez mais difícil sustentar a farsa de que tudo não passa de “lawfare” e “golpe”.
A pergunta que fica é: até quando o Brasil vai aceitar ser representado por alguém que vira motivo de denúncia internacional enquanto posa de estadista e tenta calar qualquer voz conservadora aqui dentro?