Há anos a esquerda vende Joe Biden como símbolo de estabilidade, democracia e “liderança responsável” contra os conservadores.
Mesmo com sinais claros de fragilidade física e mental, a mídia progressista insistiu em blindar sua imagem, enquanto atacava sem piedade qualquer líder de direita que ousasse questionar esse teatro.
Agora, em plena disputa de narrativas globais, surge uma revelação que muda o peso dessa história.
Em entrevista à BBC, o próprio filho de Biden, Hunter, admitiu que o câncer de próstata do ex-presidente se espalhou para além dos ossos, causando dores intensas e debilitantes.
Ou seja, a situação é muito mais séria do que o público vinha ouvindo até aqui.
Por que esconderam tanto tempo?
A resposta está na tentativa de manter a imagem de força de um dos principais nomes do projeto progressista mundial.
Enquanto isso, detalhes sobre quais órgãos foram atingidos e qual é o real prognóstico simplesmente não são divulgados.
Quem está controlando essas informações?
Agora, Hunter fala em metástase além deles, mas sem qualquer transparência adicional.
Fica a sensação de que a opinião pública é tratada como massa de manobra, informada apenas no limite do que interessa ao jogo político.
Quais interesses estão em jogo?
Quando se trata de líderes conservadores, qualquer problema de saúde vira manchete alarmista, usada para deslegitimar mandatos e projetos.
Já com Biden, o tom é sempre cuidadoso, quase piedoso, evitando questionar quem realmente toma as decisões e até onde vai a capacidade dele de influenciar os rumos do Ocidente.
O que a esquerda não quer discutir?
A doença de Biden é um drama humano, e merece respeito.
Mas o uso político do silêncio em torno dela mostra, mais uma vez, como a esquerda escolhe o que o mundo pode ou não saber.