Todo mundo já percebeu que, quando o alvo é da direita, a caneta do STF fica muito mais pesada.
A cada nova decisão contra Jair Bolsonaro, cresce a sensação de que não é mais Justiça, é guerra política travestida de processo.
Agora, nem o Dia dos Pais escapou.
Enquanto criminosos de estimação da esquerda recebem afagos, entrevistas e tapinhas nas costas, o ex-presidente segue trancado em casa, vigiado e isolado, como se fosse o maior inimigo do país.
Até o direito básico de receber visitas em uma data simbólica virou luxo negado.
Por que tanta dureza seletiva?
A resposta está na própria decisão: Alexandre de Moraes simplesmente rejeitou o pedido para que Bolsonaro pudesse receber visitantes neste domingo, 9, Dia dos Pais, alegando que já havia uma determinação anterior, de 17 de julho, suspendendo todas as visitas por 30 dias.
Ou seja, nem diante de uma data familiar, humana, houve qualquer sensibilidade.
Onde está a tal humanidade progressista?
A mesma turma que vive falando de "direitos humanos" assiste calada a mais esse episódio.
Nenhuma nota de repúdio, nenhum discurso inflamado, nenhum artista engajado chorando na internet.
Flávio Bolsonaro não deixou barato.
No X, o senador mandou recado direto a Moraes, expondo a indignação de milhões de brasileiros que veem um ex-presidente, pai, avô, impedido de receber visitas justamente no Dia dos Pais.
Não é só sobre Bolsonaro, é sobre o recado que o sistema passa para qualquer um que ouse enfrentar a velha política e o consórcio esquerdista.
Isso é Justiça ou vingança política?
E o silêncio cúmplice de muitos apenas confirma o que o povo já sente: dois pesos, duas medidas, e um STF que perdeu qualquer pudor em mostrar de que lado está.