Quem acompanha a política brasileira já percebeu que nada no PT é por acaso.
Cada passo é calculado para manter o Estado inchado, o cidadão dependente e a máquina partidária sempre no comando.
Agora, em plena crise de confiança, com economia patinando e insegurança aumentando, o partido decide oficializar no TSE o roteiro do que pretende fazer se Lula for reeleito.
Muita gente se pergunta: quem paga essa conta toda?
A resposta está nas entrelinhas: quem produz, empreende, gera emprego e tenta sobreviver à carga tributária e à burocracia.
O plano fala em mais participação do Estado, mais programas, mais estruturas, mais ministérios, mais controle sobre relações de trabalho e até sobre o que acontece dentro das empresas e plataformas digitais.
Outra dúvida surge imediatamente: mais Estado significa menos liberdade econômica?
O documento insiste em ampliar intervenção na economia, criar novas regras para trabalhadores de aplicativos, mexer em jornada de trabalho, reforçar sindicatos e manter a máquina pública como protagonista.
Tudo isso num país que já sofre com baixa produtividade, excesso de normas e insegurança jurídica.
E a segurança pública, vai melhorar mesmo?
Mas, como sempre, o foco é restringir o cidadão de bem, enquanto o crime organizado continua se aproveitando da fragilidade do Estado.
A velha cartilha da esquerda: desarmar o povo, inflar a burocracia e apostar que mais Brasília resolve o que os Estados não conseguem.
No fim, o que o PT registrou no TSE não é só um plano de governo.
É um projeto de poder de longo prazo, com mais participação social controlada, mais influência sobre orçamento, mais presença do Estado em tudo.
O fato novo é claro: o partido oficializou, por escrito, que quer aprofundar exatamente o modelo que já está sufocando quem trabalha e produz no Brasil.