Todo mundo já percebeu como a tal “cena cultural” de São Paulo virou palanque permanente da esquerda.
Sempre os mesmos grupos, os mesmos artistas engajados, o mesmo discurso ideológico travestido de arte “independente”.
Quando alguém tenta colocar limite no uso de espaço público para militância eleitoral, o grito é automático: censura.
Agora, a gestão Ricardo Nunes, que tentou barrar o uso político da Praça das Artes em 2025, vê a máquina se voltar contra ela.
A Flipei, festival que se vende como literário e independente, mas foi apontado pela própria prefeitura como tendo programação de caráter ideológico e eleitoral, conseguiu levar a briga para a Justiça e transformar tudo em narrativa de “liberdade cultural ameaçada”.
Por que só um lado grita censura?
Quando conservadores são perseguidos, cancelados ou impedidos de falar, o silêncio é total.
Qual o objetivo dessa ação?
Além de pedir ressarcimento financeiro, a Flipei quer criar precedente político para intimidar futuras gestões que ousem questionar o uso de equipamentos públicos como palanque ideológico.
Agora, a Fundação Theatro Municipal e a Sustenidos viraram rés, e a ação foi aceita pela Justiça paulista.
Ainda não é decisão final, mas o recado está dado: se prefeitura tentar impedir uso eleitoral de espaço público, será arrastada para o Judiciário.
Quem ganha com essa pressão?
Enquanto isso, a edição de 2026 da Flipei segue acontecendo em vários pontos do centro, reforçando o mesmo roteiro de sempre: evento com forte viés político, narrativa de perseguição e agora um processo que pode virar munição eleitoral contra a gestão Nunes.
E o contribuinte, mais uma vez, fica assistindo à cultura ser usada como arma ideológica, sem direito de questionar nada.