Enquanto a TV aberta insiste em empurrar militância, lacração e artistas engajados na cartilha da esquerda, quem cresceu nos anos 1990 e 2000 olha em volta e se pergunta onde foi parar a programação que respeitava criança, família e bom humor.
Aquelas manhãs em que a diversão era simples, sem ideologia enfiada goela abaixo, parecem ter sido apagadas da memória das grandes emissoras.
Hoje, o espaço é todo para “desconstrução”, debates forçados e celebridades que vivem de agradar a bolha progressista.
E os personagens que marcaram gerações, sem precisar atacar valores conservadores, vão sendo empurrados para o canto, como se fossem parte de um Brasil que a elite cultural quer esconder.
Por que a TV esqueceu Chiquinho?
Onde está o braço direito da Eliana, aquele Chiquinho que fazia o Brasil inteiro rir sem apelação?
O humorista Edílson Oliveira, que deu vida ao personagem, saiu do eixo Rio São Paulo, mudou-se para a Bahia em busca de qualidade de vida e segue trabalhando com o mesmo personagem em eventos, programas regionais e shows infantis pelo país.
Por que ele não está em rede nacional?
Porque as grandes emissoras priorizam artistas alinhados ao discurso progressista do momento.
Enquanto isso, a própria nostalgia do público prova que a fórmula antiga funcionava: respeito à família, alegria, nada de doutrinação.
Mas, em vez de resgatar esse modelo, a TV prefere fingir que esses nomes não existem, como se a história da infância brasileira pudesse ser reescrita para caber na narrativa atual.
Até quando vão ignorar quem fez sucesso sem militância?
No fim, Chiquinho continua vivo, rodando o Brasil, sendo recebido com carinho por adultos que foram crianças na sua época.
O que morreu não foi o personagem, foi a vontade da grande mídia de dar espaço para quem não se ajoelha diante da cartilha ideológica do momento.