De novo a mesma novela: ano eleitoral chegando, Lula se lança candidato, a esquerda aplaude e, como sempre, aparece uma declaração de bens feita sob medida para a narrativa do “coitadinho perseguido”.
Agora, o presidente do PT quer que o brasileiro acredite que, depois de décadas no poder, palestras, alianças com grandes empresários e partidos, seu grande símbolo de riqueza é um Chevrolet 2010/2011 avaliado em 50 mil reais.
Quem acredita nessa história toda?
A resposta é simples: só quem ainda compra o discurso de que a esquerda é “humilde” enquanto vive cercada de privilégios, blindagem e amigos poderosos.
O mesmo Lula que sempre foi tratado como intocável pelo sistema agora aparece com patrimônio oficialmente encolhendo mais de 60% em termos reais desde 2018.
Como patrimônio de Lula caiu?
A queda é explicada apenas pela comparação dos valores declarados em eleições anteriores, corrigidos pela inflação.
Não há, na declaração, detalhamento de grandes perdas, doações ou vendas que justifiquem de forma clara essa redução.
Onde foi parar tanto dinheiro?
Não há indicação de destino específico para a diferença entre o patrimônio corrigido de 2018 e o valor atual.
O que se vê é apenas a nova fotografia oficial, bem mais “enxuta” e conveniente politicamente.
Por que isso interessa agora?
Porque Lula volta a disputar a reeleição, cercado de PSB, PDT, PT, PC do B, PV, Psol e Rede, todos vendendo a imagem de um líder simples, quase um cidadão comum, enquanto a maior parte dos bens está concentrada em previdência privada, somando cerca de 3,3 milhões de reais.
Isso combina com discurso de esquerda?
A esquerda ataca empresários, lucro e investimentos privados, mas o chefe do projeto “Brasil Pronto pra Mais” guarda a maior fatia do patrimônio justamente em planos privados, longe do povão que ele diz representar.
Por que carro velho chama atenção?
Até quando o brasileiro vai aceitar essa encenação contábil, onde o político de esquerda aparece cada vez mais pobre no papel, mas cada vez mais poderoso na prática?