Todo mundo já percebeu que, no Brasil de hoje, a balança da justiça parece ter lado.
Quando o alvo é de direita, especialmente se chama Jair Bolsonaro, a caneta pesa.
Quando é bandido condenado, a porta gira fácil.
Enquanto a esquerda posa de defensora dos direitos humanos, o que se vê é um ex-presidente cercado por medidas cada vez mais duras, decisões em série e um clima de perseguição política que já não dá mais para disfarçar.
Por que só a direita paga caro?
Porque as decisões mais duras, na prática, têm recaído justamente sobre figuras conservadoras, enquanto a esquerda e seus aliados seguem blindados pelo sistema.
Em pleno Dia dos Pais, a defesa de Bolsonaro pediu algo simples e humano: que Carlos, Flávio e Jair Renan pudessem visitar o pai em casa, num encontro familiar, sem ato político, sem comício, sem manifestação.
Pedido com caráter humanitário, dentro das próprias regras já impostas pelo STF.
Isso fere alguma regra eleitoral?
Não.
A visita seria privada, sem finalidade político eleitoral, apenas para preservar o vínculo familiar em uma data simbólica.
Mesmo assim, Alexandre de Moraes disse não.
Manteve Bolsonaro isolado, autorizado a receber só médicos e advogados.
Nem os filhos, nem a ex primeira dama, recém saída do hospital, puderam transformar o Dia dos Pais em um momento de alívio dentro de tantas restrições.
Enquanto isso, o que acontece com presos comuns?
Ou seja: condenado ganha rua, pai de família investigado não pode receber os próprios filhos em casa.
Que justiça é essa?
O contraste é tão gritante que muita gente já não vê mais decisão técnica, mas um projeto de poder em cima de quem ousou enfrentar a velha política e a esquerda brasileira.