Há anos a esquerda posa de vítima, fala em “democracia”, “combate à desinformação” e acusa a direita de tudo que é crime digital.
Enquanto isso, o brasileiro vê uma máquina profissional de narrativa funcionando dia e noite para proteger Lula, atacar Bolsonaro e tentar calar qualquer voz conservadora nas redes.
Agora, um ponto sensível entrou no radar: o uso de dinheiro público do Fundo Partidário.
Aquilo que deveria servir para fortalecer a democracia pode ter virado combustível para uma estrutura de propaganda agressiva, direcionada e organizada contra adversários, em especial contra Flávio Bolsonaro.
Quem financia essa militância digital?
A suspeita é que o próprio Fundo Partidário esteja bancando estrutura, eventos e projetos como o “Porta-Vozes do Lula”, com militantes treinados, missões, pontuação e ranqueamento para atacar a chamada “extrema direita”.
Por que só a direita é perseguida?
Foi exatamente esse ponto que levou o PL a acionar o TSE.
E agora o ministro André Mendonça decidiu que a conversa mudou de nível.
Ele mandou o PT e a Federação Brasil da Esperança preservarem e entregarem, em cinco dias, documentos, gravações, registros contábeis do 8º Congresso do partido e do lançamento do “Porta-Vozes do Lula”.
O que o TSE quer saber?
Mendonça deixou claro: formação política e comunicação partidária são permitidas, mas usar o Fundo Partidário para premiar militantes, ranquear perfis e incentivar ataques eleitorais passa da linha.
A “gamificação” em si não é crime, mas quando entra recompensa, vantagem ou prêmio, a história muda.
Enquanto isso, o discurso da esquerda de que só a direita espalha mentiras vai derretendo.
Se a documentação mostrar que a máquina lulista foi turbinada com dinheiro do contribuinte para atacar Bolsonaro, muita narrativa cai por terra.
E aí, quem vai falar em “golpe” quando a cobrança finalmente bate na porta do PT?