Há anos o brasileiro assiste, impotente, a um Judiciário cada vez mais poderoso, intocável e blindado pela grande mídia.
Enquanto isso, qualquer voz conservadora que ouse enfrentar o sistema é tratada como inimiga a ser destruída.
A esquerda posa de defensora da democracia, mas se cala quando o poder togado passa por cima da vontade popular.
Por que tanto medo da direita?
Porque a direita ameaça privilégios.
Quando o alvo é Bolsonaro ou qualquer aliado, vale tudo: investigação sem fim, manchete diária, vazamento seletivo.
Mas quando o assunto encosta em figuras ligadas à esquerda, ao PT ou a Lula, o silêncio é quase absoluto.
Dois pesos, duas medidas.
Até quando o brasileiro vai aceitar essa seletividade?
Quem protege a cúpula hoje?
Nesse cenário, a fala de Flávio Bolsonaro em almoço com empresários em São Caetano do Sul cai como um soco na mesa.
Ele não apenas lembrou que teve a vida “virada do avesso” sem que encontrassem irregularidades, como escancarou a diferença de tratamento ao dizer que isso acontece porque ele não é filho de Lula.
A frase resume o sentimento de milhões: existe um Brasil da lei dura para a direita e um Brasil da blindagem para a esquerda.
Por que temem a vitória dele?
Porque pode expor os bastidores.
Flávio ainda falou do pavor dos adversários diante da possibilidade de sua eleição e avisou que “eles vão ultrapassar o limite da maldade” para impedir que a direita volte ao comando do país, com Jair Bolsonaro subindo novamente a rampa ao seu lado.
E foi além: disse que está divulgando a “roubalheira que acontece na mais alta cúpula do Judiciário brasileiro”.
Quem teme essa denúncia agora?
Quem lucra com o silêncio.
Sem citar nomes, mas apontando diretamente para o topo do poder, Flávio Bolsonaro toca no ponto que a esquerda e parte do Judiciário não querem ver discutido: quem vigia aqueles que hoje mandam e desmandam no destino do país?