Todo mundo já entendeu que, no Brasil de hoje, a esquerda pode tudo e a família de Bolsonaro não pode quase nada.
O que muita gente ainda custa a acreditar é até onde o Supremo Tribunal Federal está disposto a ir para manter essa narrativa viva, mesmo quando o assunto não é política, mas algo básico: o direito de um pai ver seus filhos.
Enquanto criminosos confessos, aliados da esquerda, desfilam em entrevistas, podcasts e eventos, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar cercado de restrições.
Não pediram live, comício, reunião partidária ou discurso eleitoral.
A defesa pediu apenas algumas horas, no Dia dos Pais, para que Flávio, Carlos e Jair Renan pudessem abraçar o pai em casa.
Por que negar visita em data simbólica?
A decisão de Alexandre de Moraes manteve a suspensão geral de visitas, liberando apenas médicos, fisioterapeutas e advogados.
Ou seja, para o sistema, o corpo e o processo de Bolsonaro importam mais do que o vínculo com os próprios filhos.
A justificativa?
Isso justifica punir toda família?
Não.
O próprio texto do caso mostra que Carlos e Jair Renan não foram responsabilizados pela divulgação da carta.
Mesmo assim, foram colocados no mesmo balaio e impedidos de abraçar o pai.
O que era para ser medida preventiva virou, na prática, punição coletiva.
Onde está a tal proporcionalidade?
Se o medo era uso político da visita, havia saída simples: encontro fiscalizado, regras claras, advertência de punição em caso de descumprimento.
Mas o caminho escolhido foi o mais duro possível, justamente no Dia dos Pais.
Para a esquerda, que sempre fala em “direitos humanos” e “ressocialização”, vale a pergunta: direitos humanos não valem para quem é de direita?
Por que a esquerda se cala agora?
Porque o alvo é Bolsonaro.
Quando bandido é tratado com rigor, gritam por empatia.
Quando um pai conservador, envelhecido, doente, é impedido de ver os filhos, o silêncio é ensurdecedor.
No fim, duas palavras num despacho frio foram suficientes para separar um pai de três filhos em uma data que milhões de brasileiros comemoram juntos.
O poder que consegue negar até um abraço vigiado mostra força, mas revela também algo que o povo já percebeu: quando o assunto é Bolsonaro e a direita, a régua da Justiça muda de tamanho.