Há anos a esquerda repete que “Bolsonaro acabou”, que o bolsonarismo morreu e que Lula estaria confortável até 2026. Pesquisas eram usadas como troféu, artistas engajados faziam coro e a velha imprensa tratava qualquer reação conservadora como coisa de minoria barulhenta.
Mas, aos poucos, o cenário começa a mostrar outra história.
Mesmo com perseguição política, ataques diários à direita e blindagem escancarada ao PT, o eleitor vai dando sinais de cansaço.
A promessa de “volta da paz” não apareceu, a economia não decola como venderam e a polarização segue viva.
Por que a esquerda está tão nervosa?
Flávio Bolsonaro voltou a liderar entre os homens no cenário de segundo turno: 44% contra 40% do petista, em empate técnico, mas com o senador numericamente à frente.
Isso derruba qual narrativa principal?
Derruba a ideia de que o bolsonarismo estaria isolado e sem força popular.
Mesmo com toda a máquina, Lula não consegue abrir folga confortável.
O que ainda sustenta Lula hoje?
Segundo o levantamento, Lula mantém maioria entre as mulheres, com 47%, enquanto Flávio aparece com 35%.
É justamente essa diferença feminina que segura a vantagem geral do petista.
Por que essa pesquisa preocupa o PT?
Porque no quadro total Lula tem 44% e Flávio 39%.
A distância é pequena, dentro da margem de erro, e mostra tendência de aproximação.
Se Flávio cresce entre homens e avança, mesmo que lentamente, entre mulheres, o cenário muda rápido.
O que isso revela sobre 2026?
A esquerda vendeu fim de polarização, mas a realidade é outra: o país continua dividido e a base conservadora segue firme.
Enquanto isso, a pergunta fica no ar: até quando vão fingir que Lula está “imbatível” se, pesquisa após pesquisa, a margem vai encolhendo e o medo volta a bater no sistema?