Há anos a esquerda repete o discurso de “justiça humanizada”, “ressocialização” e “defesa da família”.
Na prática, o que o brasileiro vê é bandido ganhando mimo em data comemorativa, enquanto pai de família é tratado como se fosse o maior inimigo do país.
Enquanto 1.520 condenados em Brasília recebem saidão de Dia dos Pais, com base na Lei de Execuções Penais, Jair Bolsonaro, ex-presidente eleito por milhões, fica trancado em prisão domiciliar, impedido até de receber o abraço dos próprios filhos.
E ainda querem que o povo acredite que isso é normal.
Por que bandido tem mais direito?
Já a defesa de Bolsonaro pediu apenas uma autorização excepcional, humanitária, para visita de Carlos, Flávio e Jair Renan no Dia dos Pais.
O ministro Alexandre de Moraes simplesmente disse não.
Qual o recado do STF hoje?
O recado é claro: para quem a esquerda chama de “criminoso do sistema”, todo rigor.
Para criminosos comuns, saidão garantido.
Moraes manteve a própria decisão que suspendeu visitas políticas por 30 dias e ainda puniu Flávio com 90 dias sem ver o pai por causa de uma carta.
Onde está a tal empatia agora?
Quando é a família Bolsonaro pedindo exatamente isso, em caráter familiar e humanitário, o discurso some.
A mesma turma que grita por “direitos humanos” finge não ver um pai impedido de abraçar os filhos no Dia dos Pais.
Carlos Bolsonaro resumiu o sentimento de milhões ao dizer que se sente “órfão de pai vivo”.
Para criminosos, saidão.
Para Bolsonaro, isolamento.
Até quando o Brasil vai aceitar essa justiça seletiva que protege bandidos e persegue quem ousou enfrentar o sistema?