A cada dia fica mais claro que a narrativa de “Lula estadista respeitado no mundo” não se sustenta fora da bolha progressista brasileira.
Enquanto a esquerda tenta vender a imagem de líder democrático, a ficha corrida, as amizades com ditaduras e os ataques constantes à direita vão cobrando preço lá fora.
Lula vive atacando conservadores, chamando quem discorda dele de “fascista” e “golpista”, mas se abraça com Cuba, Nicarágua e Venezuela.
Agora, essa escolha de lado começa a voltar como um bumerangue em plena política dos Estados Unidos.
Por que um deputado americano reage assim?
Enquanto o PT corre ao TSE por qualquer vídeo de inteligência artificial envolvendo Bolsonaro, fora do Brasil ninguém está nem um pouco preocupado em proteger a sensibilidade do partido.
Lá, um deputado republicano publicou montagem de Lula no lugar de Maduro sendo levado preso para os EUA e ainda deixou no ar um recado direto: “O que o espera…”.
Isso é apenas brincadeira política?
Não.
Vem acompanhado de acusações claras de corrupção, comunismo e comparação com Cuba, Nicarágua e Venezuela, mostrando como Lula é visto por parte do Congresso americano.
A ironia é inevitável: quando a IA é usada em convenção do PL, o PT corre para a Justiça eleitoral.
Quando a IA coloca Lula como “Maduro 2.0” em perfil oficial de congressista dos EUA, não há TSE para censurar.
Dois pesos, duas medidas escancarados.
O que isso revela sobre Lula?
Que a imagem internacional construída pela esquerda brasileira não convence quem acompanha de perto o alinhamento com ditaduras e o histórico de corrupção já conhecido no mundo.
No fim, o recado que fica é incômodo para o Planalto: até fora do Brasil, Lula começa a ser tratado não como solução, mas como parte do mesmo problema que destruiu outros países latino-americanos.
E a pergunta que muitos fazem é simples: até quando o Brasil vai fingir que não está vendo o rumo que isso pode tomar?