Há anos a esquerda vende a ideia de que o Brasil estaria “pacificado” sob o comando de Lula, como se a população tivesse aceitado de olhos fechados o retorno do PT ao poder.
Pesquisas eram usadas como troféu, repetidas em manchetes e debates para tentar empurrar a narrativa de que qualquer alternativa conservadora estaria derrotada antes mesmo da disputa começar.
Mas, aos poucos, o eleitorado vai dando sinais de cansaço.
Escândalos antigos, economia fraca, insegurança e a sensação de impunidade para aliados do governo vão corroendo a confiança.
E, quando se olha com atenção para os números, aparece um movimento que a militância tenta minimizar, mas não consegue esconder.
Por que a esquerda está tão nervosa?
Onde há mais cobrança por resultados concretos, Lula começa a perder espaço.
O que isso revela sobre o Brasil?
Revela que uma parte importante do país não aceita a normalização da velha política do PT, nem a blindagem de sempre em torno da esquerda e de seus aliados.
O eleitor masculino, mais crítico ao governo, recoloca Flávio na frente nesse grupo e muda o clima do jogo.
Por que Lula ainda lidera mulheres?
Mesmo assim, Flávio cresce entre as mulheres, ponto a ponto, mostrando que esse domínio não é absoluto.
O que muda na disputa agora?
Muda a sensação de conforto do PT.
A pesquisa Genial Quaest mostra Lula na frente no geral, mas com Flávio encostando e liderando entre homens.
Ou seja, o cenário que parecia decidido começa a ficar apertado, e a esquerda sabe que, se esse movimento continuar, a narrativa de “vitória certa” pode desabar bem antes da eleição.