Todo mundo já percebeu que, quando o assunto é Bolsonaro, vale tudo.
Prisão, censura, bloqueio de rede social, inquérito eterno.
Mas agora a coisa atravessou uma linha que muita gente achava que nunca seria cruzada: mexer com o Dia dos Pais entre pai e filho.
Por que só a direita apanha sempre?
Clássico: quando é bandido protegido por ONG, a conversa é outra.
Visita íntima, saidinha, benefício atrás de benefício.
Mas quando se trata de um ex-presidente conservador, odiado pela esquerda e blindagem midiática, até o abraço de filho em pai vira problema de segurança nacional.
O que Moraes está mostrando ao Brasil?
Que não existe limite quando o objetivo é humilhar Bolsonaro e desgastar quem o apoia.
A decisão de proibir Flávio Bolsonaro de visitar o pai no Dia dos Pais não atinge só os dois, atinge o simbolismo da família que a esquerda tanto ridiculariza quando é conservadora.
Por que chamam isso de democracia?
Só que, na prática, o que o brasileiro vê é um ministro do STF com poder absoluto, decidindo até se um filho pode ou não abraçar o pai em uma data simbólica.
Flávio Bolsonaro, senador e hoje candidato à Presidência, escreveu uma carta emocionada a Jair Bolsonaro, chorou, chamou a proibição de desumana e lembrou que, mesmo sem apoio formal de partidos, tem o respaldo de lideranças do centrão.
Enquanto isso, o STF segue em silêncio, a grande imprensa finge normalidade e o brasileiro conservador se pergunta até onde essa perseguição vai chegar.