Há anos a esquerda tenta empurrar a narrativa de que as “instituições estão funcionando” e que quem critica STF, Congresso e imprensa é golpista ou extremista.
Enquanto isso, o brasileiro comum segue sua vida, pagando conta, trabalhando e vendo na prática quem realmente merece confiança.
Não é por acaso que, quando o assunto é segurança, fé e dinheiro no bolso, o povo corre para onde se sente protegido: Igreja Católica, Igrejas Evangélicas, Polícia Militar, Forças Armadas e, agora, o Pix criado no governo Bolsonaro.
Longe dos discursos bonitos de Brasília, é isso que funciona no dia a dia.
Por que o povo não confia neles?
A pesquisa mostra que STF, Congresso, partidos políticos e até a grande imprensa estão atolados em desconfiança.
Metade ou mais dos brasileiros simplesmente não acredita nessas instituições.
Depois de anos de decisões polêmicas, ativismo judicial, blindagem para uns e perseguição para outros, alguém ainda se surpreende?
Quem realmente está do lado do povo?
Ou seja, aquilo que a esquerda vive atacando ou tentando controlar é justamente o que o brasileiro mais respeita.
Já os queridinhos da bolha progressista, como STF e Congresso, patinam perto dos 50% e dividem o país.
Por que o STF preocupa tanto hoje?
Porque não é só a direita que desconfia mais.
Pesquisas recentes já mostravam que seis em cada dez brasileiros não confiam no Supremo.
Agora, outro levantamento reforça que a Corte está longe de ser essa entidade “acima de qualquer suspeita” vendida pela mídia militante.
Até quando vão ignorar esse recado?
O povo está dizendo em alto e bom som: confia em quem protege, em quem entrega resultado e em quem não usa toga ou mandato para impor agenda ideológica.
No fim, a pesquisa só escancara o que muita gente já sentia: o Brasil real confia mais no Pix de Bolsonaro, na Igreja e na PM do que nos palácios de Brasília.
E isso, para a elite política e judicial, é um recado difícil de engolir.