Todo mundo lembra do discurso moralista da esquerda, dizendo que com Lula de volta o Brasil teria um governo “ético”, “técnico” e “respeitador das instituições”.
Passou pouco tempo e o que se vê é o velho filme repetido: lobistas circulando, dinheiro escorrendo pelos bastidores e o Planalto cada vez mais parecido com um balcão de negócios.
Agora, a informação que vem à tona é ainda mais incômoda para quem vendeu a narrativa da “reconstrução democrática”.
Segundo a coluna de Lauro Jardim, da Globo, a Polícia Federal não encontrou apenas o nome de Marcola recebendo dinheiro de lobista.
Outro funcionário do próprio Planalto, ligado ao governo Lula, também teria recebido valores.
Quem protege esse esquema todo?
Quando é alguém da direita, o tratamento é o oposto: manchetes estridentes, julgamentos antecipados e pressão total.
Aqui, mais uma vez, a seletividade salta aos olhos.
Por que só a direita apanha?
Até quando o brasileiro vai aceitar ver o dinheiro de lobista se misturando com gente do coração do poder, enquanto a esquerda posa de guardiã da moralidade?
A revelação de que não é só Marcola, mas outro funcionário de Lula, aparece no rastro do dinheiro mostra um sistema que não é acidente, é método.
E, diante disso, a pergunta que fica é simples: se já apareceu mais um nome, quantos ainda faltam ser expostos?