Todo mundo viu a festa, os estádios lotados, a propaganda bonita de “evento de paz” que a elite global adora vender em Copa do Mundo.
O que quase ninguém sabia é o tamanho do barril de pólvora que estava escondido por trás das câmeras, envolvendo jogadores, árbitros e torcedores comuns.
Enquanto a esquerda vive repetindo discurso pronto sobre “amor, tolerância e inclusão”, o que cresceu mesmo foi ameaça, perseguição, ódio e violência contra quem apenas entrou em campo para jogar futebol.
Até senadora usando rede social para atacar jogador com racismo e xenofobia entrou no pacote.
Cadê os militantes do politicamente correto agora?
Por que ninguém fala dessas ameaças?
As ameaças expõem o fracasso total da narrativa de segurança e tolerância vendida por organizações e políticos que só aparecem para lacrar em cima do futebol, mas somem quando o assunto é proteger vidas de verdade.
Onde está a defesa da paz?
Na prática, o que se viu foi jogador perseguido por erro em campo, árbitro recebendo milhares de ameaças, famílias precisando de escolta e até delegação inteira saindo sob proteção policial.
E o que mais chocou?
Em outro jogo, apareceu ameaça de homem dizendo que entraria no estádio com explosivos presos ao corpo para atingir o craque argentino.
Quem garantiu alguma reação concreta?
Os relatórios mostram que a estrutura internacional de cooperação policial, coordenada pelo FBI, teve de agir o tempo todo para monitorar ameaças, varrer estádios atrás de bombas e proteger jogadores, árbitros e torcedores.
Enquanto isso, políticos que adoram posar de defensores da democracia seguem calados.
Quando é para perseguir conservador, a máquina se mexe rápido.
Mas quando o risco é real, contra qualquer cidadão, o silêncio fala mais alto.
E aí, até quando vamos fingir que está tudo normal?