Durante anos, quem ousou questionar o “consenso” da pandemia foi tratado como criminoso.
Médicos cancelados, vídeos derrubados, CPIs espetaculosas comandadas por políticos de esquerda e aliados, artistas fazendo campanha para calar qualquer voz divergente.
A palavra “negacionista” virou carimbo para destruir reputações e blindar decisões que afetaram milhões de brasileiros.
Agora, com os diários de Anthony Fauci vindo à tona no Senado dos Estados Unidos, aquele castelo de certezas absolutas começa a rachar.
As dúvidas privadas do “guru da pandemia” contrastam com o tom autoritário que ecoou aqui, repetido por militantes, imprensa e parlamentares que se diziam defensores da ciência, mas agiam como donos dela.
Por que tanto medo do debate?
Porque o debate expõe contradições, erros e interesses.
Quando a ciência vira dogma, quem manda não é o dado, é o grupo político que grita mais alto.
Enquanto isso, médicos como Flavio Cadegiani, Raíssa Soares e Nise Yamaguchi foram perseguidos por defender tratamento precoce, autonomia médica e liberdade de pesquisa.
Estudos com resultados relevantes foram travados, profissionais intimidados pela CONEP, MPF e até pela CPI da Covid, cujo relatório de Renan Calheiros pediu indiciamento de quem ousou discordar da cartilha oficial.
Quem lucrou com o silêncio imposto?
Certamente não foram os pacientes, que perderam o direito de ouvir mais de uma opinião e decidir junto com seus médicos.
O próprio Conselho Federal de Medicina, que em 2020 apenas reconheceu a autonomia do médico para prescrever, passou a ser alvo de inquéritos e pressão política.
Hoje, membros do CFM admitem ter medo de falar.
Desde quando ciência se faz com intimidação e censura?
Por que Nikolas Ferreira incomoda tanto?
Enquanto artistas, influenciadores e parte da imprensa fingem que nada está acontecendo, a pergunta que fica é simples: se “nunca foi pela ciência”, como disse Nikolas, foi pelo quê?