Todo mundo já entendeu que a perseguição contra Jair Bolsonaro saiu do campo político faz tempo.
Mas agora o recado é ainda mais claro: nem o Dia dos Pais escapa da caneta de Alexandre de Moraes e do clima de guerra contra a direita.
Enquanto a esquerda vive falando em “estado democrático de direito”, “direitos humanos” e “defesa da família”, o que se vê na prática é um ex-presidente em prisão domiciliar, com saúde fragilizada, impedido até de receber os próprios filhos numa data simbólica.
A mesma turma que relativiza visita íntima para bandido perigoso acha normal barrar abraço de pai e filho quando o sobrenome é Bolsonaro.
Por que só a direita paga caro?
Flávio Bolsonaro é candidato à Presidência com apoio declarado do pai.
Qualquer gesto, qualquer palavra, qualquer encontro vira pretexto para ampliar restrições.
Onde está a tal humanidade agora?
A defesa de Bolsonaro pediu algo simples: uma autorização excepcional, de caráter humanitário e familiar, para que Flávio, Carlos e Jair Renan passassem a tarde com o pai em Brasília, apenas para preservar vínculos afetivos.
Nada de ato político, nada de comício, nada de live.
Por que a esquerda silencia agora?
Porque a narrativa de “defesa da democracia” virou escudo para todo tipo de exagero quando o alvo é conservador.
Quando é aliado do PT, falam em diálogo, reconciliação, pacificação.
Quando é Bolsonaro, vale até proibir abraço em Dia dos Pais.
Quem decide o limite da punição?
Hoje, na prática, é o STF, na figura de Moraes, que define até quem pode ou não entrar na casa de Bolsonaro.
A medida cautelar que suspendeu visitas políticas por 30 dias foi esticada na marra para atingir justamente o filho que disputa a Presidência.
Flávio resumiu o sentimento de milhões: tiraram a liberdade, agora querem tirar o direito básico de um pai abraçar seus filhos.
Até quando o Brasil vai aceitar esse nível de seletividade e humilhação contra quem ousa enfrentar a esquerda no jogo democrático?