Há anos a esquerda tenta vender a ideia de que São Paulo só anda quando o PT manda em Brasília.
Mesmo com o estado liderando investimentos, retomando obras paradas e enfrentando problemas históricos, o discurso petista continua o mesmo: se não é deles, está tudo errado.
O cansaço do paulista com essa ladainha é visível nas pesquisas.
Agora, com Tarcísio de Freitas disparado na frente e chance real de vitória já no primeiro turno, o PT volta à velha tática: atacar quem entrega.
Em vez de explicar por que Haddad perdeu nas urnas em 2022 e foi mal como ministro da Fazenda, a estratégia é tentar colar a narrativa de "custo Tarcísio" em cima de obras, privatizações e segurança pública.
Por que o PT teme Tarcísio?
Porque ele mostra na prática que é possível governar sem aparelhar o estado, retomando o monotrilho, o Rodoanel, avançando em habitação e enfrentando a cracolândia, enquanto o petismo tenta reescrever a história com discurso.
Privatizar Sabesp é realmente retrocesso?
O próprio contrato citado garante eficiência e investimentos, algo que o modelo estatal petista nunca conseguiu entregar de forma sustentável, sempre preso a cabides de emprego e uso político.
Enquanto isso, Haddad tenta transformar em defeito aquilo que a população sente como avanço: mais obras, mais parcerias, mais resultado.
Fala em "São Paulo andando para trás" justamente quando o estado descola do resto do país em desempenho, sob um governo alinhado com a direita e não com o lulismo.
Quem está realmente parado no tempo?
No debate da Band, o que se verá é simples: de um lado, um governador que mostra entregas concretas; do outro, um ex-ministro tentando sobreviver politicamente atacando aquilo que não conseguiu fazer quando teve poder nas mãos.