Há anos a esquerda repete que a Lava Jato foi “exagero”, que juízes e desembargadores passaram dos limites, enquanto os mesmos políticos investigados vão sendo reabilitados, soltos e até voltando ao poder.
Agora, mais um capítulo mostra quem realmente manda no jogo.
O Conselho Nacional de Justiça, alinhado às decisões do STF, puniu por unanimidade dois desembargadores do TRF-4, tribunal que ficou conhecido como o coração da Lava Jato.
A mensagem é clara: quem ousar contrariar ordem de ministro do Supremo, mesmo alegando boa-fé, será enquadrado.
Por que punir quem julgou corrupção?
A decisão nasceu justamente de um embate envolvendo a 13ª Vara de Curitiba, berço dos processos que atingiram a cúpula da esquerda.
Quem está realmente sendo protegido?
Enquanto decisões de Dias Toffoli vão desmontando condenações e abrindo caminho para anulações, qualquer resistência dentro da Justiça é tratada como “falta disciplinar”.
Isso é tratamento igualitário entre direita e esquerda?
Não.
Quando é alguém ligado à Lava Jato, o rigor é máximo.
Quando é aliado político da esquerda, a narrativa vira “garantia de direitos” e “correção de abusos”.
Agora, o desembargador Loraci Flores de Lima, após a punição do CNJ, alegou “incompatibilidade” e renunciou à relatoria das ações remanescentes da Lava Jato no TRF-4. Ou seja, mais um nome ligado ao combate à corrupção é afastado do tabuleiro, enquanto o sistema respira aliviado.
Até quando o Brasil vai aceitar ver quem enfrentou a roubalheira sendo punido, e quem foi beneficiado por ela sendo blindado em Brasília?