Todo mundo já percebeu como a indústria do entretenimento anda empurrando um modelo de família cada vez mais distante dos valores conservadores.
A mesma mídia que ridiculariza pai de família tradicional, que aplaude militância progressista e lacração vazia, transforma qualquer casal midiático em “referência” para milhões de jovens.
Enquanto isso, quem defende respeito, hierarquia familiar e responsabilidade é tratado como ultrapassado.
Mas basta um vídeo viralizar para ficar claro o tipo de comportamento que está sendo normalizado dentro de casa, diante das crianças e de milhões de seguidores.
Ninguém esperava que, em pleno Dia dos Pais, a cena fosse essa: um momento que deveria ser de honra, gratidão e carinho vira palco de piadinha estranha, apelido esquisito e clima de deboche travestido de “brincadeira de casal”.
E tudo isso exibido como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Por que isso viraliza tão rápido?
Porque envolve um casal extremamente famoso, seguido por multidões, com forte influência sobre adolescentes e jovens.
Qualquer gesto deles vira tendência, por isso o conteúdo repercute tanto.
Isso é só brincadeira inocente?
Não parece.
Quando o desrespeito é tratado como humor, muita gente passa a achar normal repetir o mesmo dentro de casa, enfraquecendo a figura do pai e banalizando a forma de falar com o cônjuge.
Qual o problema para a família?
O problema é o exemplo.
Em vez de reforçar respeito e admiração no Dia dos Pais, o que se vê é um tom de ironia e apelidos que não combinam com a data nem com o papel de pai.
A esquerda criticaria se fosse conservador?
Muito provavelmente sim.
Se um influenciador conservador aparecesse em vídeo com esse tipo de fala, choveriam ataques, textão militante e cancelamento.
Mas quando vem de quem agrada o showbiz, tudo vira “meme fofo”.
Até quando vamos fingir que isso é só entretenimento inofensivo?
E é exatamente esse tipo de conteúdo que a grande mídia escolhe aplaudir em silêncio.