Há anos a esquerda tenta vender a ideia de que o Brasil cansou do bolsonarismo, que o povo teria se rendido de vez ao projeto de poder do PT e ao ativismo judicial do sistema.
Mesmo assim, toda nova pesquisa vira manchete desesperada quando mostra que a base conservadora continua firme, principalmente entre os evangélicos.
Agora surge mais um levantamento da Genial Quaest, amplamente repercutido pela grande mídia, tentando transformar uma oscilação dentro da margem de erro em sinal de fraqueza de Flávio Bolsonaro.
Curioso como, quando é Lula que oscila, dizem que está tudo estável.
Quando é alguém da direita, viram logo "queda preocupante".
Por que tanta insistência contra o voto evangélico?
Porque é justamente esse público que mais resiste ao discurso progressista, às pautas de costumes da esquerda e à blindagem escancarada do STF para aliados do sistema.
Quem teme o voto evangélico hoje?
Por que a mídia destaca só a oscilação?
Para criar clima psicológico de derrota e afastar o eleitor conservador do debate político.
Se Flávio Bolsonaro ainda lidera entre evangélicos em um eventual segundo turno contra Lula, mesmo com toda a máquina narrativa, o que isso revela?
Por que ignoram a vantagem de Lula entre católicos?
Porque isso desmonta a narrativa de que só a direita é "religiosa" e mostra como a esquerda tenta manipular a fé quando lhe convém.
Quem ganha com essa guerra de narrativas?
Ganha o sistema que quer ver a direita dividida e desanimada.
No fim, o próprio dado da pesquisa que tentam usar contra Flávio Bolsonaro acaba mostrando outra coisa: mesmo com pressão, criminalização da direita e perseguição política, a base evangélica continua sendo o maior obstáculo ao projeto de poder da esquerda.
E é exatamente por isso que eles não vão parar de tentar virar esse jogo no tapetão das narrativas.