Há anos a esquerda tenta vender a narrativa de que só a direita é “radical”, enquanto o PT posa de defensor da democracia e da legalidade.
Mas, quando o assunto é facção criminosa, o discurso muda, a conversa fica atravessada e o silêncio fala mais alto que qualquer coletiva de imprensa.
Agora, um velho conhecido do lulismo volta ao centro do noticiário: o ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana, apelidado de Marcola.
O mesmo apelido do homem apontado como líder máximo do PCC.
Coincidência?
Mas o histórico do PT com escândalos e personagens obscuros não ajuda em nada.
Por que esse empréstimo causa tanta desconfiança?
Ele envolve 249 mil reais “emprestados” por Roberta Luchinger, amiga de Lulinha, ao ex-chefe de gabinete de Lula.
Roberta, além de próxima do filho do presidente, já teve negócios com o chamado Careca do INSS, apontado como operador de um grande esquema de aposentadorias.
É dinheiro demais, gente demais, sempre orbitando o mesmo grupo político.
Quem está explorando esse novo capítulo?
A oposição ligada a Flávio Bolsonaro, que tem como bandeira o combate duro às facções, viu no caso a chance de expor o contraste: enquanto a direita defende enquadrar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, Lula criticou a decisão dos Estados Unidos de fazer exatamente isso.
Por que a fala de Lula incomoda tanto?
Flávio Bolsonaro chegou a dizer que Lula “parece o chefe do PCC”, ecoando a sensação de muitos brasileiros que veem um presidente mais preocupado em criticar os EUA do que em apoiar o combate ao poder paralelo.
Qual é o ponto mais explosivo dessa história?
Não é só o dinheiro, nem só o apelido.
É o conjunto: amiga de Lulinha, empréstimo de quase 250 mil reais, ex-chefe de gabinete chamado Marcola, ligação com operador de escândalo previdenciário e um presidente que se irrita quando facções são tratadas como terroristas.
A pergunta que fica é inevitável: até quando o Brasil vai fingir que isso é normal?