Quem acompanha a política brasileira já percebeu que, quando o assunto envolve Lula, Lulinha e o círculo íntimo do Planalto, sempre aparece uma história mal explicada, cheia de “empréstimos”, favores e amigos muito generosos.
A narrativa da esquerda é sempre a mesma: tudo é normal, tudo é coincidência, tudo é perseguição política.
Mas, de novo, os fatos insistem em apontar para outro lado.
Desta vez, o foco está em Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e na lobista Roberta Luchsinger, amiga íntima de Fábio Luís, o Lulinha.
Ela pagou cerca de 249 mil reais em contas pessoais de Marcola, enquanto circulava com trânsito livre na Esplanada, oferecendo consultoria para empresas interessadas em contratos com o governo federal.
Quem está protegendo esse esquema?
Não é qualquer pessoa que tem acesso à agenda de Lula, influência em cargos estratégicos e amizade com o filho do presidente.
E não é qualquer lobista que se apresenta como ponte para empresários que querem negócios com o governo federal.
Por que a esquerda chama isso de normal?
Porque admitir tráfico de influência desmontaria o discurso de moralidade seletiva usado para atacar adversários de direita, enquanto passa pano para seus próprios aliados.
Lulinha, segundo relatos, chegou a viajar para Portugal com custos bancados pelo “Careca do INSS”, supostamente para tratar de plantação de canabidiol.
A pergunta que ecoa até entre juristas é direta: o que exatamente Lulinha faz da vida, além de aparecer em casos assim?
Quem está investigando esse escândalo agora?
A Polícia Federal instaurou inquérito no Supremo Tribunal Federal, autorizado pelo ministro André Mendonça, e que atinge Lulinha, Marcola e até um assessor do gabinete presidencial.
Curioso é ver como parte da imprensa que aplaude Alexandre de Moraes por qualquer movimento, agora critica Mendonça por permitir que a PF aprofunde as apurações.
Dois pesos, duas medidas.
Quando é contra a direita, vale tudo.
Quando chega perto da família Lula, o tom muda.
Enquanto isso, Marcola correu para sair da coordenação da campanha de reeleição de Lula.
Coincidência?
O brasileiro conservador olha para esse enredo, lembra de todas as promessas de “nova política” da esquerda e só consegue pensar: até quando vamos fingir que nada está acontecendo no coração do poder?