Há anos a esquerda repete o discurso da “defesa do SUS”, da “ciência” e da “ética na política”.
Enquanto isso, o brasileiro assiste a uma sequência interminável de escândalos envolvendo sempre os mesmos sobrenomes, os mesmos círculos de poder, os mesmos corredores do Planalto.
Dessa vez, o roteiro é ainda mais indigesto: negócios milionários, cannabis medicinal, lobistas com trânsito livre no coração do governo e, no meio de tudo, gente da cozinha de Lula e o próprio filho do presidente.
E depois dizem que é “perseguição” quando a direita cobra explicações.
Brasil em risco institucional?
Sim.
Quando PF, STF e governo entram em choque por causa de um inquérito que encosta na família do presidente, o recado é de instabilidade e disputa por controle do caso.
A pergunta que não quer calar: por que sempre que a investigação chega perto do núcleo duro do petismo começa a confusão entre instituições, divisão de inquérito, tentativa de mudar relator e pressão por cima e por baixo?
Quem está com medo exatamente?
O novo inquérito no STF mira suspeitas de tráfico de influência para empurrar um contrato milionário de remédios à base de canabidiol para o SUS.
No centro, Lulinha, o filho que a esquerda sempre tratou como “cidadão comum”, e Marcola, ex-chefe de gabinete pessoal de Lula, que saiu do cargo de forma repentina justamente às vésperas da abertura oficial da investigação.
Por que dividiram o caso entre dois ministros?
Porque, na prática, isso abre espaço para disputas internas, interpretações diferentes e, segundo juristas, pode ser visto como tentativa de escolher um ambiente mais favorável para quem está sendo investigado.
Enquanto isso, a PF toma atitude inédita e aciona a AGU contra decisões do ministro André Mendonça, o que escancara a guerra de bastidores.
O brasileiro olha para tudo isso e se pergunta: até quando a família presidencial e seus aliados terão sempre um tratamento tão delicado, enquanto a direita é tratada como inimiga a ser esmagada?
No fim, o fato é direto: ex-assessor íntimo de Lula, filho do presidente, lobista bem relacionada e empresário apelidado de “Careca do INSS” aparecem no mesmo inquérito sobre tráfico de influência e dinheiro em torno da cannabis medicinal no SUS.
E ainda querem que o povo acredite que está tudo normal.