Enquanto a esquerda prefere gastar energia defendendo bandido “vítima da sociedade” e atacando quem fala em lei e ordem, famílias comuns seguem vivendo um pesadelo silencioso.
A fronteira Brasil Paraguai, há anos tratada com descaso por governos que adoram discurso humanitário, virou terra de ninguém.
Entra e sai de criminoso, tráfico, contrabando, tudo passando debaixo do nariz do Estado que só é forte para perseguir conservador.
Até quando fronteiras abertas?
A resposta é dura: enquanto a prioridade for agradar militância e relativizar crime, o cidadão e, agora, até recém-nascido, ficam expostos.
Passou dos limites quando uma mãe adolescente, de apenas 17 anos, foi atraída por uma mulher em grupo de venda de roupas infantis, ameaçada por um bando com cerca de dez homens e obrigada a entregar a própria filha.
Levaram o celular, fizeram ameaças de morte e desapareceram com a bebê de 28 dias em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
Onde está a proteção real?
A VERDADE APARECEU: a pequena Ayla Emanuelly foi encontrada viva, em bom estado de saúde, na madrugada de domingo, em Pedro Juan Caballero, já em território paraguaio, com um casal de brasileiros detido.
Ou seja, em poucas horas, um grupo criminoso conseguiu fazer o que o cidadão de bem sente na pele todos os dias: atravessar fronteira como se não existisse.
Quem lucra com esse caos?
Certamente não é a família que ainda espera o reencontro completo e a garantia de justiça.
Enquanto a avó desabafa, defendendo a filha das acusações e exigindo a neta de volta, fica a pergunta que a esquerda evita: se até um bebê de 28 dias some e reaparece em outro país, o que mais precisa acontecer para o Brasil admitir que a política de fronteira frouxa e de relativização do crime fracassou completamente?