Todo mundo já percebeu que a segurança pública no Brasil virou motivo de piada, menos quem vive trancado em gabinete em Brasília.
Enquanto a esquerda segue preocupada em lacrar em rede social, soltar bandido e atacar policial, o crime vai testando os limites do Estado e, pelo visto, não encontra muita resistência.
A mesma turma que vive chamando polícia de "opressora" e defendendo criminoso como vítima da sociedade agora assiste calada a mais um episódio de humilhação institucional.
Quando é para perseguir conservador, empresário ou cidadão de bem, o sistema se mexe rápido.
Mas quando o recado vem do crime, a resposta é sempre tímida, burocrática, cheia de nota oficial tentando minimizar.
Situação grave: uma viatura da Polícia Rodoviária Federal foi simplesmente roubada em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza, e o caso virou chacota nas redes sociais.
A própria PRF correu para dizer que foi "ação isolada", que não tinha arma nem colete dentro do carro, como se isso diminuísse o vexame.
Por que isso virou tanta piada?
Onde aconteceu esse episódio constrangedor?
Em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza, expondo mais uma vez o drama da segurança no Nordeste.
O que a PRF disse oficialmente?
Afirmou que foi um ato individual, sem ligação com facção criminosa e sem armamento na viatura.
Isso muda alguma coisa na gravidade?
Não.
O símbolo é devastador: se até viatura some, o que resta ao povo?
Até quando o brasileiro vai aceitar ver instituições sendo ridicularizadas, enquanto a narrativa politicamente correta protege bandido e enfraquece quem está na linha de frente?
A sensação é clara: o crime perdeu o medo, o Estado perdeu o respeito e o cidadão perdeu a paciência.