Todo mundo já percebeu que, no Brasil de hoje, a esquerda e o STF tratam conservador como inimigo a ser esmagado.
Bandido perigoso ganha saidinha, visita, regalia.
Mas quando o assunto é Jair Bolsonaro, a regra muda na hora.
Em pleno Dia dos Pais, data que sempre foi símbolo de família, reconciliação e fé, Flávio Bolsonaro estava em um culto evangélico em São Paulo, pedindo a Deus sabedoria, coragem e força para “resgatar o nosso país”.
Enquanto isso, em Brasília, o pai, ex-presidente da República, seguia trancado em prisão domiciliar, sem poder receber nem os próprios filhos.
Por que impedir visita de filhos?
A decisão de Alexandre de Moraes restringiu as visitas a Bolsonaro apenas a médicos e advogados, mesmo em uma data especial como o Dia dos Pais.
Flávio, Carlos e Jair Renan foram barrados.
Quem realmente oferece risco ao país?
No culto, ao lado de Eduardo Cunha e da deputada Dani Cunha, Flávio se emocionou ao falar do pai e da injustiça que enxerga nessa situação.
Ele lembrou da importância da convivência familiar e pediu que pais, filhos e avós deixem de lado vaidades e desentendimentos.
Justamente aquilo que o STF decidiu negar à família Bolsonaro.
Por que só a direita é punida?
A base conservadora vê que figuras da esquerda, mesmo com escândalos e condenações, foram soltas, anistiadas ou “reabilitadas”, enquanto Bolsonaro enfrenta cerco permanente.
Na véspera, Moraes já havia negado o pedido da defesa para liberar a visita dos filhos no Dia dos Pais.
E ainda mantém, por 90 dias, uma restrição específica a Flávio, depois de ele ter divulgado uma carta manuscrita do pai.
Ou seja, até o gesto de mostrar ao povo o que Bolsonaro pensa virou motivo de punição.
Isso é justiça ou vingança política?
Para quem acompanha, parece cada vez mais um recado: desafiar o sistema custa caro, principalmente se você for conservador, cristão e de direita.
Enquanto a esquerda posa de defensora da “democracia”, um pai é impedido de abraçar os filhos em casa, e um filho precisa escrever carta chorando em vídeo porque não pode bater na porta do próprio pai.
É esse o país que prometeram “reconstruir”?
No fim, o fato fala mais alto: em um dos dias mais importantes para qualquer família, o STF escolheu separar, não unir.
E o brasileiro conservador olha para isso com a sensação de que a perseguição passou de todos os limites.