Todo mundo já percebeu o roteiro: quando chega eleição presidencial, o sistema corre para encher Lula de aliados, tempo de TV e estrutura paga com dinheiro público.
A esquerda vive repetindo que é “defesa da democracia”, mas na prática é sempre o mesmo consórcio de partidos, artistas engajados e comentaristas tentando empurrar o petismo goela abaixo do eleitor.
Enquanto isso, qualquer nome ligado à direita enfrenta barreira em tudo: imprensa hostil, STF vigilante, regras eleitorais que mudam conforme o interesse e, agora, até o acesso ao horário eleitoral sendo usado para premiar quem está dentro do esquema das grandes alianças.
Por que só Lula tem superaliança nacional?
Por que tantos candidatos ficaram sem TV?
O resultado é escancarado: Lula entra em 2026 com o maior tempo de propaganda na TV e no rádio, concentrando a maior parte dos blocos e inserções.
Flávio Bolsonaro, mesmo com o PL gigante, ainda fica atrás porque não tem o mesmo balcão de alianças que o petista montou em Brasília.
Isso garante vitória automática para Lula?
Não, o próprio histórico mostra que tempo de TV não decide sozinho a eleição.
Foi assim em 2018, quando Geraldo Alckmin tinha minutos de sobra e Jair Bolsonaro, com apenas oito segundos, atropelou o sistema e chegou ao Planalto apoiado pela força das redes e da indignação popular.
A grande ironia é que, mesmo com toda essa blindagem midiática, o PT sabe que o medo é outro: o eleitor cansado de privilégios, de narrativas seletivas contra a direita e de um jogo em que Lula começa com megafone estatal, mas pode, de novo, perder para quem fala direto com o povo sem depender da máquina.