Quem acompanha a política brasileira já percebeu o roteiro repetido: o PT volta ao poder em Brasília, a violência cresce, a economia patina e, na hora do confronto, a culpa nunca é deles.
No primeiro debate para o governo de São Paulo, não foi diferente.
De um lado, Fernando Haddad, velho conhecido do petismo, ex-prefeito rejeitado em São Paulo e hoje carregando nas costas o peso do governo Lula.
Do outro, Tarcísio de Freitas, governador que virou alvo preferencial da esquerda justamente por enfrentar o crime e não se curvar ao politicamente correto.
Por que o PT teme Tarcísio?
Isso incomoda o PT, que tenta colar nele a culpa por problemas que vêm de anos de abandono e leniência com o crime.
Como Lula entra nesse debate?
Haddad não consegue se desvincular do governo Lula, marcado por escândalos passados, promessas não cumpridas e um país dividido.
Quando pressionado, ele tenta dourar a pílula, mas o histórico do PT fala mais alto.
Quem é responsável pela violência crescente?
Quando a realidade explode nas ruas, tentam jogar a responsabilidade em quem está tentando endurecer o combate ao crime.
No debate, Tarcísio aproveitou cada brecha para lembrar o legado petista e a situação do Brasil sob Lula, enquanto Haddad tentava se equilibrar entre defender o chefe e não afundar de vez em São Paulo.
A pergunta que fica é simples: até quando a esquerda vai culpar todo mundo, menos a si mesma, pelos estragos que ela mesma ajudou a criar?